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Grupo alega hack aos aeroportos italianos de Linate e Malpensa.

Embora o grupo de hackers NoName reivindique a responsabilidade pelos ataques, detalhes como dados comprometidos ou o motivo não foram revelados.

A gangue de hackers NoName assumiu a autoria de ataques cibernéticos a três empresas na Itália: CNS (Carta Nazionale dei Servizi), Aeroporto de Linate e Aeroporto de Malpensa. Apesar de o grupo reivindicar a responsabilidade pelos ataques, detalhes como a extensão da violação de dados, dados comprometidos ou o motivo por trás da operação não foram revelados.

A escolha dos alvos pelo NoName levanta preocupações devido às implicações potencialmente de longo alcance. A CNS (Carta Nazionale dei Servizi), uma entidade-chave na infraestrutura de identidade digital da Itália, ser alvo do ataque cibernético pode levar a interrupções em serviços cruciais e processos de verificação de identidade, e potencialmente comprometer informações confidenciais dos cidadãos, representando um risco significativo para a segurança nacional.

O aeroporto de Linate, um dos mais movimentados da Itália, está sendo alvo de um ataque cibernético NoName que ameaça interromper as operações de viagens aéreas, levando a atrasos, cancelamentos e desafios logísticos para passageiros e companhias aéreas. Além disso, a violação dos sistemas aeroportuários pode comprometer os protocolos de segurança da aviação, aumentando os temores de possíveis violações de segurança.

Já o ataque ao aeroporto de Malpensa, outro importante centro de aviação na Itália, pode ter ramificações semelhantes às do aeroporto de Linate. As interrupções nas operações de Malpensa podem afetar as viagens domésticas e internacionais, levando a perdas econômicas e manchando a reputação da Itália como um destino de viagem confiável.

Além disso, a potencial violação de dados sensíveis dos aeroportos, incluindo informações dos passageiros e protocolos de segurança, pode representar sérios riscos de segurança e minar a confiança do público nas medidas de segurança aeroportuárias, exigindo auditorias de segurança abrangentes e esforços de reparação para mitigar potenciais vulnerabilidades.

Apesar do anúncio dos ataques pela gangue de ransomware, os sites oficiais das empresas se encontram totalmente funcionais, o que lança dúvidas sobre a autenticidade das alegações de ataque do NoName. Ainda não está claro se essa é uma mera tática para chamar a atenção ou se o grupo de hackers tem motivo diferente, aguardando declarações oficiais das empresas visadas. Com agências de notícias internacionais.


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